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Em 9 anos, após a saída de Muricy Ramalho no começo do ano de 2009, após conquistar por três vezes o campeonato brasileiro, o São Paulo teve 15 treinadores e com Aguirre, 16. Conquistou apenas um título neste meio tempo, que foi a Copa Sul Americana 2012, sob o comando de Ney Franco.
E Aguirre chega em um São Paulo completamente em recomeço e sem saber o que fazer.
Dorival Júnior, o treinador anterior, não era um nome querido pelo triunvirato de futebol do clube, formado por Raí, Ricardo Rocha e Lugano, todos ex-jogadores do clube. Mesmo assim, começou o trabalho de 2018 como treinador e queria ter um jogador de velocidade, algo que eles não deram para o técnico.
Dorival salvou o São Paulo de um fiasco completo em 2017, porém, se os novos dirigentes não gostavam do treinador, então por quê continuar com ele no inicio do ano? Não sera melhor começar o ano com um novo treinador, tendo um novo projeto? Isso parece que nunca passou na cabeça dos dirigentes.
Dorival estava testando o time e achando uma cara para a equipe e nunca é bom quando o trabalho é interrompido.
Esse trio que gerencia o futebol do São Paulo veio para ajudar e melhorar o setor de futebol do clube, ainda mais ficou comprovado ano passado que os novos dirigentes que a equipe tem, principalmente o atual presidente Leco não entendem de futebol como deveriam entender, mas eles também precisam ter cuidado na hora do planejamento.
Aguirre era o nome preferido de Raí, já que jogaram juntos no São Paulo em 1990, sendo uma contratação do então técnico tricolor Pablo Fórlan(jogador lendário do clube e pai de Diego Fórlan), porém, com a chegada de Telê Santana, perdeu espaço no clube, saindo do clube posteriormente, além de também ter jogado com Ricardo Rocha no próprio clube.
Aguirre como jogador do São Paulo em 1990O uruguaio é bom treinador, tendo levado o Peñarol até a final da Libertadores 2011, quando foi derrotado pelo Santos de Neymar e Ganso e já teve passagem como técnico no futebol brasileiro, tendo treinado o Internacional em 2015 e Atlético MG em 2016, porém, não teve tempo de realmente mostrar o seu trabalho.
No Internacional, chegou a ser campeão gaúcho em 2015, além de ter chego aos semifinais da Libertadores, quando fora eliminada pelo Tigres da Argentina e deixou a equipe em 10° lugar do Campeonato Brasileiro, quando saiu do clube no meio da temporada.
No Galo, foi eliminado nas quartas de final da Libertadores pelo São Paulo em 2016, além de ter perdido o título do Campeonato Mineiro.
Aguirre esteve presente na vitória do São Paulo contra o Red Bull pela última rodada do Campeonato Paulista, ao lado do Raí. É preciso ter paciência e deixar o treinador fazer o seu trabalho. O São Paulo é um time de transição e pode ser que este ano não ganhe títulos, mas se fizer uma boa base, os títulos virão nos próximos anos, além de conhecer a sua realidade no futebol brasileiro.
Treinadores estrangeiros do São Paulo:
1932 - 1933 Eugênio Medgyessy(Hungria)
1939 Ignác Amsel(Hungria)
1940 Ramón Platero(Uruguai)
1942 - 1943 Conrado Ross(Uruguai)
1943 - 1947 Joreca(Portugal)
1953 - 1954 Jim Lopez(Argentina)
1957 - 1958 Bela Gútman(Hungria)
1958 - 1959 Armando Renganeschi(Argentina)
1964 - 1965 José Poy(Argentina)
1965 Jim Lopez(Argentina)
1971 José Poy(Argentina)
1972 José Poy(Argentina)
1982 - 1983 José Poy(Argentina)
1990 Pablo Forlán(Uruguai)
1997 - 1998 Daryo Pereyra(Uruguai)
2003 Roberto Rojas(Chile)
2015 Juan Carlos Osorio(Colômbia)
2018 Diego Aguirre(Uruguai)
Fonte: Data GMG
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